2.12.15

Chama-me Que Eu Vou

A semana passada tive a oportunidade de ver o David Fonseca no Concerto Mais Pequeno do Mundo Sobre Rodas. Estive toda a semana ansiosa e quando soube qual o local, e o fruto necessário para entrar na autocaravana, dirigi-me prontamente para a Casa da Música com uma tangerina.
Inicialmente era suposto entrarem apenas as primeiras 5 pessoas a chegar, mas com a grande afluência, puderam entrar todos os que coubessem e ainda houve uma segunda sessão. Eu fui a quarta pessoa a chegar e fiquei sentada mesmo ao lado do David.
Foi um momento muito divertido em pudemos ouvir 3 canções do novo álbum, incluindo aquela que partilho hoje, Chama-me Que Eu Vou. Pelo meio houve muita conversa, com assuntos desde os tempos de faculdade do David, até ao processo de gravação do álbum. Este foi um momento único e especial e, no fim, ainda nos foi oferecido o novo álbum, Futuro Eu.
Antes de vir embora disse ao David em tom de brincadeira: "Acabaste de nos arruinar o dia. A partir de agora só pode piorar!". É que a parte menos boa de ir a um concerto é o vazio que se apodera de nós no dia seguinte. Mas quando pensamos na felicidade do momento, há algo que nos aconchega. É esta a maldição de ir a muitos concertos: dois sentimentos contraditórios em simultânea permanência.